Existem muitas fontes de inspiração, mas nem uma delas pode ser tão poderosa como uma mulher. Uma mulher inteligente, doce e que com um simples gesto, sorriso ou palavra faz você atropelar todos os desafios e adversidades que a vida impõe.
Mais que uma companheira, uma verdadeira aliada que te inspira todos os dias ao acordar e todas as noite antes de deitar. Uma mulher a quem você quer fazer mais feliz a
cada dia que passa por tudo que ela representa e faz para você.
Mulheres assim são raridades. Difíceis de encontrar. Feliz o homem que encontrar uma dessas raridades. Eu já encontrei a minha.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
DESARMAMENTO
Num pequena nota, praticamente no rodapé da página da revista Isto È Ed. 2162, foi publicada a seguinte frase atribuída ao presidente da OAB - RJ - Wadih Damous(o nome até que é legal:
Sobre quem tem de andar armado eu não discordo uma palavra, mas vamos voltar ao mundo real, senhor Wadih. Infelizmente, hoje não é só policial que anda armado e já tivemos muitos promotores ou juízes fazendo besteira com uma. Os bandidos não precisamos nem citar.
Sobre armas em ambiente doméstico, elas são o único meio que um cidadão honesto tem para proteger ao menos sua propriedade, seu território no caso de um roubo a residência.
O direito de ter a posse(veja bem que eu disse POSSE) de arma de fogo dentro de casa
tem que ser mantido. E para armas dentro de casa que cair nas mãos de crianças, o Código Penal já prevê a pena por homício culposo por negligência pra punir as antas
que não conseguem ter uma arma em segredo dentro de casa. Aliás diga-se de passagem
é preciso ter o cérebro menor que o de um passarinho para não conseguir manter uma arma longe de uma criança, hein?
Ah mas já ia me esquecendo, alguém pode entrar na minha casa e roubar minha arma.
Em primeiro lugar, a última coisa que bandido procurar ao invadir uma residência é arma. Ele quer dinheiro, jóias, objetos de valor. Se ele achar a arma é porque estava mal escondida, aí a culpa é do tonto do morador.
Ainda na mesma edição da revista, o diretor editorial Carlos José Marques não poderia ter escolhido palavra melhor para definir o novo referendo sobre o desarmamento que vem sendo discutido por senadores: Oportunista. E ele não está
errado. Nada mais oportuno do que levantar a bandeira do desarmamento pegando uma carona na comoção nacional causa pelas vítimas do tiroteio em Realengo.
Entretanto, o diretor ainda nos lembra de que o Estatuto do Desarmento em vigor no país, já é rigoroso e se fosse seguido à risca, já surtiria efeito para conter porte de arma por qualquer um. O problema é que como muitas leis no Brasil, o Estatuto do Desarmamento tem sua execução falha, aí não tem como vingar mesmo, né?
Mas oque precisa ficar claro para esse povo com mania de pacifista é que nada adianta acabar com a produção e o comércio legal de armas no Brasil. Se isso acontecer, só os bandidos é que terão acesso a armas, porque armas ilegais ainda vão continuar entrando por nossas fronteiras mal fiscalizads. Bandido nenhum depende de pessoa com arma dentro de casa ou do comércio formal para se armar. Pior ainda, sem ter onde obter uma arma legalmente, essa situação poderia forçar um cidadão de bem a adquirir uma no mercado negro.
Rigidez e restriçoes ao porte de armas, sim! Mas tomar o nosso direito de ter uma arma em casa, não! - Não é esse o caminho previnir tragédias com armas de fogo.
A raíz do problema nossos representantes sabem muito bem quais são, mas não tem coragem ou vontade de arrumar oque precisa de fato ser arrumado.
E só pra finalizar este post, uma frase que gosto muito por ser extremamente verdadeira: "Armas não matam pessoas. Pessoas matam pessoas".
"Quem tem de andar armado são policiais e militares. Ninguém mais. Nem juiz, promotor ou advogado. Armas guardadas em ambientes doméstico, não raramente se tornam instrumentos de tragédias familiares".
Sobre quem tem de andar armado eu não discordo uma palavra, mas vamos voltar ao mundo real, senhor Wadih. Infelizmente, hoje não é só policial que anda armado e já tivemos muitos promotores ou juízes fazendo besteira com uma. Os bandidos não precisamos nem citar.
Sobre armas em ambiente doméstico, elas são o único meio que um cidadão honesto tem para proteger ao menos sua propriedade, seu território no caso de um roubo a residência.
O direito de ter a posse(veja bem que eu disse POSSE) de arma de fogo dentro de casa
tem que ser mantido. E para armas dentro de casa que cair nas mãos de crianças, o Código Penal já prevê a pena por homício culposo por negligência pra punir as antas
que não conseguem ter uma arma em segredo dentro de casa. Aliás diga-se de passagem
é preciso ter o cérebro menor que o de um passarinho para não conseguir manter uma arma longe de uma criança, hein?
Ah mas já ia me esquecendo, alguém pode entrar na minha casa e roubar minha arma.
Em primeiro lugar, a última coisa que bandido procurar ao invadir uma residência é arma. Ele quer dinheiro, jóias, objetos de valor. Se ele achar a arma é porque estava mal escondida, aí a culpa é do tonto do morador.
Ainda na mesma edição da revista, o diretor editorial Carlos José Marques não poderia ter escolhido palavra melhor para definir o novo referendo sobre o desarmamento que vem sendo discutido por senadores: Oportunista. E ele não está
errado. Nada mais oportuno do que levantar a bandeira do desarmamento pegando uma carona na comoção nacional causa pelas vítimas do tiroteio em Realengo.
Entretanto, o diretor ainda nos lembra de que o Estatuto do Desarmento em vigor no país, já é rigoroso e se fosse seguido à risca, já surtiria efeito para conter porte de arma por qualquer um. O problema é que como muitas leis no Brasil, o Estatuto do Desarmamento tem sua execução falha, aí não tem como vingar mesmo, né?
Mas oque precisa ficar claro para esse povo com mania de pacifista é que nada adianta acabar com a produção e o comércio legal de armas no Brasil. Se isso acontecer, só os bandidos é que terão acesso a armas, porque armas ilegais ainda vão continuar entrando por nossas fronteiras mal fiscalizads. Bandido nenhum depende de pessoa com arma dentro de casa ou do comércio formal para se armar. Pior ainda, sem ter onde obter uma arma legalmente, essa situação poderia forçar um cidadão de bem a adquirir uma no mercado negro.
Rigidez e restriçoes ao porte de armas, sim! Mas tomar o nosso direito de ter uma arma em casa, não! - Não é esse o caminho previnir tragédias com armas de fogo.
A raíz do problema nossos representantes sabem muito bem quais são, mas não tem coragem ou vontade de arrumar oque precisa de fato ser arrumado.
E só pra finalizar este post, uma frase que gosto muito por ser extremamente verdadeira: "Armas não matam pessoas. Pessoas matam pessoas".
sexta-feira, 15 de abril de 2011
PAGAR MAIS CARO PODE SER MAIS VANTAJOSO
Você pagaria mais caro por um produto ou serviço,sendo que este mesmo produto ou serviço é oferecido em outro lugar, com a mesma qualidade e por um preço bem
mais acessível?
Pensando apenas nas relação custo benefício, eu também não.
Mas vamos falar de conforto. Hoje muita gente reclama do preço do estacionamento cobrado pelos shopping centers. Mesmo assim, os estacionamentos estão sempre lotados, principalmente em finais de semana.
Embora eu mesmo costumava reclamar por pagar estacionamento, hoje penso diferente
e defendo que aumentem mais mais. Pois preço muito acessível, dá acesso à qualquer pessoa.
Eu particularmente não sou tão social a ponto de gostar de conviver com qualquer
tipo de pessoa.
Também não gosto de perder tempo procurando vaga para estacionar.
Por útlimo, não gosto de não achar uma mesa livre na praça de alimentação.
Por isso, eu não me importaria de pagar mais caro se isso ajudasse a esvaziar os shoppings e tornar o meu passeio mais confortável e agradável.
Vamos falar agora de shows. Qualquer um tem dinheiro para pagar
um ingresso de vinte e cinco reais para ir assistir à um show de
Victor e Leo na festa do morango, da uva, da pêra, no rodeio de "nao
sei aonde" festival.
Por isso dá aquela massa de gente(de todos os tipos, incluindo os da pior espécie) e vira e mexe sai confusão, pessoas morrem pisoteadas, esfaqueadas ou baleadas.
Felizmente, eu por ser metaleiro, só me interesso por shows de bandas de heavy
metal, 99% delas internacionais. Normalmente o ingresso para um show desses,
numa casa de show, às vezes com assentos e pessoas mais seletas e civilizadas, não sai por menos de oitenta reais. Opa, oitenta reais já não é para qualquer um, mas se fosse o dobro ou ate mesmo o triplo, continuaria cabendo no meu bolso e no de mais pessoas(civilizadas e de bom gosto).
Como não é todo dia que alguma banda que eu curto vem fazer show no Brasil, eu nao ficaria mais pobre se vez ou outra gastasse quinhentos reais para curtir um show.
Mas ficaria mais feliz, por conseguir entrar no show sem tumulto, com mais conforto e por não ficar esprimido(será que é assim a grafia?) numa arena(e olha que
show de metal também lota hein?) e sem medo de ser pisoteado, curtindo algo
melhor que Victor e Leo, Ivete Sangalo, ou Mc qualquer coisa.
Enfim, nessas situações vale a pena pagar mais caro sim, pelo tipo de pesosas
que você vai encontrar, pelo melhor atendimento ou pelo melhor conforto.
Nada paga o conforto e a segurança.
mais acessível?
Pensando apenas nas relação custo benefício, eu também não.
Mas vamos falar de conforto. Hoje muita gente reclama do preço do estacionamento cobrado pelos shopping centers. Mesmo assim, os estacionamentos estão sempre lotados, principalmente em finais de semana.
Embora eu mesmo costumava reclamar por pagar estacionamento, hoje penso diferente
e defendo que aumentem mais mais. Pois preço muito acessível, dá acesso à qualquer pessoa.
Eu particularmente não sou tão social a ponto de gostar de conviver com qualquer
tipo de pessoa.
Também não gosto de perder tempo procurando vaga para estacionar.
Por útlimo, não gosto de não achar uma mesa livre na praça de alimentação.
Por isso, eu não me importaria de pagar mais caro se isso ajudasse a esvaziar os shoppings e tornar o meu passeio mais confortável e agradável.
Vamos falar agora de shows. Qualquer um tem dinheiro para pagar
um ingresso de vinte e cinco reais para ir assistir à um show de
Victor e Leo na festa do morango, da uva, da pêra, no rodeio de "nao
sei aonde" festival.
Por isso dá aquela massa de gente(de todos os tipos, incluindo os da pior espécie) e vira e mexe sai confusão, pessoas morrem pisoteadas, esfaqueadas ou baleadas.
Felizmente, eu por ser metaleiro, só me interesso por shows de bandas de heavy
metal, 99% delas internacionais. Normalmente o ingresso para um show desses,
numa casa de show, às vezes com assentos e pessoas mais seletas e civilizadas, não sai por menos de oitenta reais. Opa, oitenta reais já não é para qualquer um, mas se fosse o dobro ou ate mesmo o triplo, continuaria cabendo no meu bolso e no de mais pessoas(civilizadas e de bom gosto).
Como não é todo dia que alguma banda que eu curto vem fazer show no Brasil, eu nao ficaria mais pobre se vez ou outra gastasse quinhentos reais para curtir um show.
Mas ficaria mais feliz, por conseguir entrar no show sem tumulto, com mais conforto e por não ficar esprimido(será que é assim a grafia?) numa arena(e olha que
show de metal também lota hein?) e sem medo de ser pisoteado, curtindo algo
melhor que Victor e Leo, Ivete Sangalo, ou Mc qualquer coisa.
Enfim, nessas situações vale a pena pagar mais caro sim, pelo tipo de pesosas
que você vai encontrar, pelo melhor atendimento ou pelo melhor conforto.
Nada paga o conforto e a segurança.
MORTE AO "HELLO WORLD!"
Você, é você, jovem, louco por computadores que tem o sonho
de entrar para uma faculdade de ciência ou engenharia da
computação e se tornar um desenvolvedor de software.
Você ainda nem faz idéia do que é uma linguagem de programação,
nunca escreveu uma linha de código, só ouvir falar em visual
basic, java, C++, ou Delphi.
Contudo, você sabe que até o mais simples dos programas que usamos,
como um notepad, por exemplo, foi desenvolvido por alguém, usando ferramentas
e conhecimentos específicos. E é para realizar o seu sonho de construir
aplicativos, sistemas, bancos de dados que você resolve fazer uma
faculdade de computação.
Você se dedica, se mata de tanto estudar,passa em primeiro lugar no vestibular da mais concorrida faculdade, começa o curso empolgado, esperando ansiosamente pela primeira aula prática de programação, para que você possa finalmente dar vazão
ao programador que existe dentro de você.
Até que finalmente, chega o dia da primeira aula em laboratório da
disciplina de algoritmo e lógica de programação. Aí você cheio
de entusiamos diz para si mesmo: "uuuuu é hoje que começo a escrever meu
primeiro programa. Vou fazer uma interface bacana, com janelas, botões
que vão fazer isso, aquilo...". Aí você descobre que tudo que vão
te ensinar nessa aula, é a escrever um programa em Pascal ou C, C++ e
que tudo que irá fazer será exibir numa tela preta a mensagem: "Hello World"
(Olá Mundo , em português).
Nesse momento, você que nunca brochou, irá brochar. Acredite.
Você é um cara que tem segundo grau completo, aprendeu a fazer
cálculos de trignometria, você é capaz de responder a perguntas
ardilosas de física, química e tudo mais. Passa num vestibular
pra lá de filho da...e aí menosprezam sua capacidade de compreensão, fazendo você
escrever um "programinha" que um débil mental se procurar no google
consegue escrever sozinho.
É por respeito à sua inteligência que faço aqui um apelo.
Senhores professores univeristários dos cursos de computação:
Uma coisa é ser didático outra coisa é tratar o aluno como se
fosse um demente incapaz de fazer algo mais avançado só porque
acabou de ingressar no curso.
Quer se limtiar a ensinar os comandos básicos de entrada e saída? - OK!
Mas não precisa ser fazendo o aluno escrever um código tão idiota e manjado, né?
Morte ao Hello World, por favor! Bota de cara o aluno pra escrever um programa
que some duas notas e exiba a média na mesma maldita tela preta,
mas por favor, esqueçam o maldito "Hello World".
de entrar para uma faculdade de ciência ou engenharia da
computação e se tornar um desenvolvedor de software.
Você ainda nem faz idéia do que é uma linguagem de programação,
nunca escreveu uma linha de código, só ouvir falar em visual
basic, java, C++, ou Delphi.
Contudo, você sabe que até o mais simples dos programas que usamos,
como um notepad, por exemplo, foi desenvolvido por alguém, usando ferramentas
e conhecimentos específicos. E é para realizar o seu sonho de construir
aplicativos, sistemas, bancos de dados que você resolve fazer uma
faculdade de computação.
Você se dedica, se mata de tanto estudar,passa em primeiro lugar no vestibular da mais concorrida faculdade, começa o curso empolgado, esperando ansiosamente pela primeira aula prática de programação, para que você possa finalmente dar vazão
ao programador que existe dentro de você.
Até que finalmente, chega o dia da primeira aula em laboratório da
disciplina de algoritmo e lógica de programação. Aí você cheio
de entusiamos diz para si mesmo: "uuuuu é hoje que começo a escrever meu
primeiro programa. Vou fazer uma interface bacana, com janelas, botões
que vão fazer isso, aquilo...". Aí você descobre que tudo que vão
te ensinar nessa aula, é a escrever um programa em Pascal ou C, C++ e
que tudo que irá fazer será exibir numa tela preta a mensagem: "Hello World"
(Olá Mundo , em português).
Nesse momento, você que nunca brochou, irá brochar. Acredite.
Você é um cara que tem segundo grau completo, aprendeu a fazer
cálculos de trignometria, você é capaz de responder a perguntas
ardilosas de física, química e tudo mais. Passa num vestibular
pra lá de filho da...e aí menosprezam sua capacidade de compreensão, fazendo você
escrever um "programinha" que um débil mental se procurar no google
consegue escrever sozinho.
É por respeito à sua inteligência que faço aqui um apelo.
Senhores professores univeristários dos cursos de computação:
Uma coisa é ser didático outra coisa é tratar o aluno como se
fosse um demente incapaz de fazer algo mais avançado só porque
acabou de ingressar no curso.
Quer se limtiar a ensinar os comandos básicos de entrada e saída? - OK!
Mas não precisa ser fazendo o aluno escrever um código tão idiota e manjado, né?
Morte ao Hello World, por favor! Bota de cara o aluno pra escrever um programa
que some duas notas e exiba a média na mesma maldita tela preta,
mas por favor, esqueçam o maldito "Hello World".
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Parabéns pra você!!!!!
Existe coisa mais constrangedora do que “parabéns pra você" no trabalho?
O lado bom( ou não) é que nessas horas você percebe quem vai com sua cara e quem não vai nem um pouco.
Meio da tarde: alguém vem com um bolo de confeitaria, pratos e copos descartáveis, uma coca-zero de 2 litros( credoo) e aí o mesmo indivíduo convida a todos para se reunirem numa copa que mal cabem 4 pessoas pra cantar parabéns pro felizardo(ou infelizardo).
Silêncio total. Só se ouve as teclas e os cliques do mouse. Até que na segunda chamada, alguém tem a iniciativa de tirar a bunda da cadeira primeiro e se dirigir até o recinto da festa. Aí os demais começam a se mobilizar e para pecorrerem cinco metros(distância de suas mesas até a copa) é quase o tempo de uma gestação.
A verdade é que todos odeiam cantar parabéns para o colega. Os primeiros que saem de suas mesas são aqueles que odeiam essa firula, mas gostam de você. Os que mais ensebam, fingindo estar respondendo algo importante para o cliente no MSN são os que te odeiam, querem mais que se foda se é seu aniversário. Estes, na verdade, amaldiçoam esta data, porque foi o dia que você(alguém que eles não vão com a cara ) nasceu.
Pessoal reunido, começa a cantoria. Aí que vem o grosso mesmo. Aquele "parabéns pra você" cantado como se estivessem todos morrendo, batidas de palmas desencontradas, cada um num ritmo e o entusiasmo das vozes diminuindo a cada sílaba. No lugar do aniversariante eu me sentiria a pessoa mais desprestigiada do mundo.
Por isso, vamos fazer uma campanha de abaixo ao “parabéns pra você" no trabalho. Proponho ainda mais. Proponho que o empregado que passar por esse constrangimento no trabalho, seja indenizado com no mínimo seis meses de salário. Até quem ganha um salário deprimente iria ter um feliz aniversário hein?
O lado bom( ou não) é que nessas horas você percebe quem vai com sua cara e quem não vai nem um pouco.
Meio da tarde: alguém vem com um bolo de confeitaria, pratos e copos descartáveis, uma coca-zero de 2 litros( credoo) e aí o mesmo indivíduo convida a todos para se reunirem numa copa que mal cabem 4 pessoas pra cantar parabéns pro felizardo(ou infelizardo).
Silêncio total. Só se ouve as teclas e os cliques do mouse. Até que na segunda chamada, alguém tem a iniciativa de tirar a bunda da cadeira primeiro e se dirigir até o recinto da festa. Aí os demais começam a se mobilizar e para pecorrerem cinco metros(distância de suas mesas até a copa) é quase o tempo de uma gestação.
A verdade é que todos odeiam cantar parabéns para o colega. Os primeiros que saem de suas mesas são aqueles que odeiam essa firula, mas gostam de você. Os que mais ensebam, fingindo estar respondendo algo importante para o cliente no MSN são os que te odeiam, querem mais que se foda se é seu aniversário. Estes, na verdade, amaldiçoam esta data, porque foi o dia que você(alguém que eles não vão com a cara ) nasceu.
Pessoal reunido, começa a cantoria. Aí que vem o grosso mesmo. Aquele "parabéns pra você" cantado como se estivessem todos morrendo, batidas de palmas desencontradas, cada um num ritmo e o entusiasmo das vozes diminuindo a cada sílaba. No lugar do aniversariante eu me sentiria a pessoa mais desprestigiada do mundo.
Por isso, vamos fazer uma campanha de abaixo ao “parabéns pra você" no trabalho. Proponho ainda mais. Proponho que o empregado que passar por esse constrangimento no trabalho, seja indenizado com no mínimo seis meses de salário. Até quem ganha um salário deprimente iria ter um feliz aniversário hein?
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